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Projeto com medidor de oxigênio para pacientes com covid é apresentado pela prefeitura de Campinas

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Projeto com medidor de oxigênio para pacientes com covid é apresentado pela prefeitura de Campinas
Aparelho monitora a quantidade de oxigênio no sangue

Um projeto-piloto para medir a oxigenação de moradores, foi anunciado nesta semana pela prefeitura de Campinas, o projeto de monitoramento será aplicado em pacientes com mais de 60 anos confirmados ou suspeitos de Covid-19. Os pacientes serão avaliados em domicílio com um aparelho chamado oxímetro, que é colocado na ponta do dedo.

O projeto vai começar pelos centros de saúde do DIC 3 e DIC 6, na Região Sudoeste da cidade, responsável por uma cobertura de cerca de 26 mil habitantes, com 2.300 pessoas maiores de 60 anos. Cada centro de saúde terá 20 oxímetros doados pelo Instituto Estáter.


O monitoramento será feito pelos Agentes Comunitários de Saúde, que irão monitorar diariamente, de manhã e à tarde, a saturação dos pacientes. Isso será feito do 5º ao 10º dia de sintomas.

Chamado de “Projeto Alert(ar)”, a iniciativa é fruto de uma parceria entre a prefeitura municipal, a Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI) e um instituto privado Estáter.

É um projeto que está começando por Campinas, que tem como um dos objetivos esvaziar as UTIs. Não terá custos para a Prefeitura, pois se trata de uma parceria entre a Prefeitura de Campinas, o Instituto Estáter e a Sociedade Brasileira de Infectologia”, disse o prefeito Jonas Donizette. O projeto é uma iniciativa inédita.

Por que escolhemos a região Sudoeste? Primeiro porque temos um hospital de retaguarda nosso, Covid, com grande número que é o Hospital Ouro Verde. Segundo porque temos centros de saúde contíguos (vizinhos) com a estrutura que a gente precisava“, explicou o secretário de Saúde de Campinas, Carmino de Souza.

Se a taxa de oxigênio estiver abaixo de 95%, o que é um sinal de alerta, os pacientes serão orientados a ir até o centro de saúde para avaliação médica.

É comum o paciente com Covid apresentar falta de oxigênio no sangue sem se queixar de falta de ar (hipóxia silenciosa). A medição da saturação de oxigênio nos pacientes ainda quando apresentam os primeiros sintomas, pode salvar a vida das pessoas e evitar internações em UTIs.

As duas unidades fazem o monitoramento por telefone dos pacientes com síndrome gripal. Os pacientes com mais de 60 anos e/ou comorbidades são monitorados por meio de ligação telefônica a cada 24 horas. Os não vulneráveis, a cada 48 horas.
Fonte: Prefeitura de Campinas