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Campinas prorroga período de quarentena diante do combate à pandemia do coronavírus

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Foi prorrogado em toda a cidade de Campinas o período de quarentena até o dia 30 de julho. A medida da prefeitura mantém apenas serviços essenciais em funcionamento e determina restrições em diversos setores da economia e do comércio. De acordo com o prefeito Jonas Donizette, caso haja necessidade o prazo será novamente prorrogado.

Ainda segundo Jonas a decisão atingiu todo o Estado – “O Comitê do Estado decidiu que nenhuma cidade vai progredir de fase nesta sexta-feira. Nenhuma região do Estado irá progredir e algumas até irão regredir. Na situação das atividades econômicas, vamos mais uma semana ter que perseverar.


Na questão econômica, o prefeito disse que irá encaminhar as demandas do comércio, bares, restaurantes e outros setores de Campinas, a secretaria municipal de Desenvolvimento Econômico terá nos próximos dias uma reunião “virtual” com a secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo para alinhar os protocolos em uma possível retomada da economia quando a cidade entrar na fase laranja de acordo com as regras do Plano São Paulo.

A secretaria de Desenvolvimento Econômico de Campinas mantém conversa com o setor de escolas de idiomas, informática e artes, que sofreram nesta semana uma alteração dentro do Plano São Paulo. Essas atividades passam agora a ficar submetidas às restrições da categoria “serviço”, previstas no Plano São Paulo, por falta de regulação própria.

Fase vermelha
A região de Campinas está desde o dia 6 de julho na fase vermelha do Plano São Paulo, medida que inviabiliza abertura do comércio e demais serviços. Os municípios que integram o Departamento Regional de Saúde (DRS) da metrópole chegaram a estar na fase laranja, com abertura do comércio por quatro horas, mas precisou regredir por conta do aumento de casos da doença e do alto índice de ocupação nos leitos de UTI.

O que pode funcionar:
Saúde: hospitais, clínicas, farmácias, clínicas odontológicas, lavanderias e estabelecimentos de saúde animal;
Alimentação: supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento, feiras livres. É vedado o consumo no local;
Bares, lanchonetes e restaurantes: serviços de entrega (delivery) e que permitem a compra sem sair do carro (drive-thru). Válido também para lojas em postos de combustíveis;
Abastecimento: cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção;
Logística: estabelecimentos e empresas de locação de veículos, oficinas de veículos, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviços de entrega e estacionamentos;
Serviços gerais: lavanderias, serviços de limpeza, hotéis, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica de produtos eletroeletrônicos e bancas de jornais;
Segurança: serviços de segurança pública e privada;
Comunicação social: meios de comunicação social, inclusive eletrônica, executada por empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens;
Construção civil, agronegócios e indústria: sem restrições;