Home Destaques Chegada das chuvas deixa conta de luz mais baratas em dezembro, mesmo...

Chegada das chuvas deixa conta de luz mais baratas em dezembro, mesmo com bandeira vermelha

438

Chegada das chuvas deixa conta de luz mais baratas em dezembro, mesmo com bandeira vermelha, Chegada das chuvas deixa conta de luz mais baratas em dezembro, mesmo com bandeira vermelhaA Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que para o mês de dezembro as contas de luz terão Bandeira Vermelha em seu patamar 1. Na prática, isso significa que a energia fica mais cara do que na tarifa padrão. Mas o valor será o do patamar 1, com o custo menor que o determinado desde outubro, que estava no patamar 2, isso em termos financeiros representará uma taxa extra de 3 reais a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos, ante os 5 reais cobrados entre outubro e novembro.


A mudança da bandeira foi possível em razão do aumento das chuvas, que ajudou a recuperar o nível dos reservatórios das hidrelétricas. Segundo a Aneel, Houve uma pequena evolução na situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas em relação ao mês anterior, o que possibilitou o acionamento da bandeira vermelha no patamar 1.

Bandeiras
O sistema de bandeiras – verde, amarela, vermelha 1 e vermelha 2 – é usado para indicar o patamar tarifário da conta de luz. Exceto pela verde, na qual não há cobrança extra, a tarifa fica mais cara na vigência das demais. A medida é uma forma de compensar o acionamento das usinas termoelétricas, cuja operação é mais cara, em momentos em que os reservatórios estão em níveis baixos.

Valores
No novo sistema, a bandeira verde continua da forma como está, sem taxa extra. Na bandeira amarela, a taxa extra é de 1 real a cada 100 kWh. No primeiro patamar da bandeira vermelha, o adicional é de 3 reais a cada 100 kWh. E no segundo patamar da bandeira vermelha, a cobrança é de 5 reais a cada 100 kWh. Como a metodologia está em audiência pública, os valores definitivos das bandeiras para 2018 ainda podem ser alterados.

Seca
A persistência da seca fez com que a agência antecipasse o reajuste das bandeiras, que seria válido apenas a partir de janeiro. Com as alterações propostas pela Aneel, o sistema das bandeiras tarifárias passa a levar em consideração o nível dos reservatórios das hidrelétricas (risco hidrológico). Até então, o modelo considerava apenas o preço da energia no mercado à vista (PLD).