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Nuvem de gafanhotos gigante se aproxima da fronteira brasileira e preocupa autoridades; Veja vídeo

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Nuvem de gafanhotos gigante se aproxima da fronteira brasileira e preocupa autoridades
Nuvem de gafanhotos pode ter até 40 milhões de insetos

Uma notícia que preocupa bastante os agricultores da região sul do Brasil é a chegada de uma nuvem de gafanhotos que passou chegou na Argentina no dia 17 de junho. Os insetos já passaram pela região de Santa Fé, a 250 quilômetros da fronteira com o Brasil, segundo alerta dos órgãos federais.

Segundo o monitoramento, a nuvem de gafanhotos com cerca de 40 milhões de insetos deve seguir em direção ao Uruguai. Mesmo assim, considerando a proximidade com a fronteira brasileira autoridades brasileiras foram acionadas para orientar os agricultores no estado do Rio Grande do Sul.


A Secretaria de Defesa Agropecuária tem acompanhamento o deslocamento da nuvem em tempo real, com o objetivo de adotar as medidas cabíveis para minimizar os efeitos de um eventual surto da praga no Brasil.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informa que emitiu alerta para que sejam tomadas medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região para a adoção eventual de medidas de controle da praga, caso esta nuvem chegue em território brasileiro.

A “praga” de gafanhotos já causou grandes perdas às lavouras de arroz na Região Sul do país nas décadas de 1930 e 1940. No entanto, desde então, tem permanecido na sua fase “isolada”, que não causa danos às lavouras, uma vez que não forma as chamadas “nuvens de gafanhotos”.

A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul orienta os produtores rurais que informem a Inspetoria de Defesa Agropecuária da sua localidade se identificar a presença dos insetos em grande quantidade.

As nuvens costumam acontecer quando o número de membros da população tem um salto exagerado e falta comida na região, fazendo com que todos saiam atrás de alimento. Uma nuvem pode ter até 40 milhões de insetos, como informam as autoridades argentinas. Apesar dos danos às plantações, os gafanhotos não atacam ou oferecem riscos aos seres humanos.