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Companhia aérea de baixo custo começa a vender passagens no Brasil; veja dicas de compras

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Companhia aérea de baixo custo low cost
Brasil entra na rota “Low Cost” para passagens aéreas mais baratas, diferenças podem ser grandes

A companhia aérea chilena “low cost” Sky já está vendendo passagens para brasileiros que queiram viajar para Santiago, no Chile. Os voos partem de São Paulo, Rio de Janeiro e Florianópolis. Em uma simulação, mostra que viajar de São Paulo para Santiago por exemplo no dia 16 de janeiro de 2019 e voltar no dia 23 do mesmo mês sai por apenas R$ 951,63.

Além disso, pesquisando os menores valores cobrados para os mesmos trecho e dias nas principais companhias aéreas brasileiras, a que chega mais perto da Shy é a Gol, com passagens a R$ 1.680,25 (valor 76% maior). Já Avianca e Latam cobram o dobro e Azul, por meio de empresas parceiras, chega a custar até cinco vezes o valor da Sky.


Quatro companhias internacionais que operam no modelo “low cost” devem começar a voar no Brasil nos próximos meses. A Sky é a única que já tem passagens à venda.
As próximas deverão ser a norueguesa Norwegian e o braço da Avianca na Argentina, a Avian; logo depois, a também argentina Flybond.

O que é uma companhia aérea low cost?

Uma companhia aérea de baixo custo (low cost) é a definição usada para uma companhia aérea que oferece baixas tarifas eliminando custos derivados de serviços tradicionais oferecidos aos passageiros, baseando-se na simplicidade do serviço sem distinção de classes. O conceito teve origem nos Estados Unidos e popularizou-se na Europa durante os anos noventa, tudo graças à liberalização do setor dos transportes aéreos no mercado norte-americano iniciada em 1978.

Esta liberalização veio permitir que as companhias aéreas pudessem circular livremente, com total autonomia em termos de estabelecimento de preços, rotas e capacidade de transporte que, até aí, eram limitadas. O aparecimento das low cost na Europa apenas foi possível devido ao processo de liberalização do setor iniciado em 1987 e finalizado em 1997 que deu, tal como no caso norte-americano, total liberdade às companhias aéreas, o “ingrediente” essencial para o sucesso das low cost.

A liberalização do transporte aéreo teve como metas a redução de preços, providenciar mais escolha aos consumidores e potenciar o crescimento regional. Surgiram assim as companhias low cost que praticavam preços mais reduzidos dos que eram praticados até então, alterando a forma como viajamos.

Dicas importantes para se viajar de low cost

Mas o que muita gente não sabe que voar com as low cost quer também dizer abrir mão de supérfluos e de bagagem, e terminam pagando muitas taxas extras, o que encarece a viagem.

Quando se compra uma passagém aérea no modo “low cost”, a companhia tem a prática de oferecer uma série de coisas, como; seguro pra tudo, aluguel de carro, hotel, transfer entre outros. Outra peculiaridade é o fato de quando se viaja em casal (ou duas pessoas) a compra de passagem com assentos um ao lado do outro também gera custo adicional.

Algumas companhias cobram a mais quando se usa determinados cartões para pagar, cartões de debito geralmente estão isentos de cobrança, mas algumas cobram uma tarifa quando se usa o cartão de credito, que pode ser de centavos a uns 2 euros/dolares.

Bagagem
De regra geral, deve-se pagar para despachar a bagagem na maioria das empresas low cost, geralmente junto com o bilhete só se tem direito a bagagem de mão, as vezes despachar bagagem pode custar o mesmo preço do bilhete.

Cada companhia aérea tem suas restrições e dimensões de mala de mão (consulte a sua para sabe o tamanho correto) e para despachar as malas geralmente os preços variam de 20 a 40 dolares, a depender da companhia aérea.