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Exposição inédita sobre a vida de Steve Jobs – criador da Apple chega ao Brasil com preços populares; veja mais informações e ingressos

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Visionário, Jobs mudou a forma de se comunicar a partir de seu maior invento o iPhone

As cidades de São Paulo e Rio de Janeiro recebem exposição Steve Jobs, o visionário que narra a vida do criador da Apple , a mostra terá diversas fases da vida de Jobs e itens icônicos de sua história contados em mais de 30 peças que mostram a trajetória e as criações de Jobs.




Serão cerca de mil metros quadrados de experiências para o público sobre seis perspectivas: Negócios, Inovação, Sonho, Falência, Competição e Espiritualidade. O visitante terá uma experiência única e profunda do universo Jobs com uma mistura de tecnologia e um grande acervo vídeo-iconográfico. Na Linha do Tempo com a tecnologia da realidade aumentada, as datas ativarão conteúdos exclusivos de cada período permitindo ter uma visão completa da vida de Jobs.

A exposição fica no Rio de Janeiro entre os dias 28 de março a 7 de maio, no prédio do Touring, no Pier Mauá.  Em  São Paulo no Museu da Imagem e do Som (MIS), entre os dias 14 junho e 20 de agosto, a entrada para as duas cidades tem preço a partir de R$ 5,00 e poderá ser comprada no site do ingresso rápido.

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Visitantes poderão fazer download de aplicativo para acessar os conteúdos extras da mostra

Logo na entrada haverá um totem para download do aplicativo gratuito “MeCult”. O aplicativo, vai funcionar como portal para acessar os conteúdos extras da mostra, mas também como áudio guia e mapa das atrações. Os visitantes poderão ver o primeiro computador da Apple, o Apple-1 que teve seu lançamento em 1976, usando o aplicativo ainda será possível guardar itens virtuais da exposição.

Steve Jobs é uma grande inspiração para nossas criações. Ele buscava sempre apresentar tecnologias inovadoras através de uma interface fácil para o usuário, porém, sua visão de mercado sempre estava atrelada não apenas a forma de consumo, mas principalmente ao conteúdo de alta qualidade e criatividade enaltecido através da tecnologia”, diz Marco Guidone, Presidente da FullBrand Brasil empresa responsável pela exposição.




A exposição fica no Rio entre os dias 28 de março a 7 de maio, no prédio do Touring, no Pier Mauá e São Paulo no Museu da Imagem e do Som (MIS), entre os dias 14 junho e 20 de agosto, a entrada para as duas cidades tem preço a partir de R$ 5,00

>> Clique aqui  para comprar ingresso pela internet ( Rio de Janeiro)

O que é  Apple, a marca da maçã  e o que significa  “i” antes de cada produto

Não se trata apenas de uma “maçã” em inglês, mas sim de uma das maiores marcas de tecnologias da história. Tudo começou por volta de 1997, quando Steve Jobs retornou à empresa saindo da NeXT Computers com uma ambiciosa visão e com uma companhia que estava há seis meses no vermelho. Um funcionário culpava o outro pelo fracasso (momentâneo) da empresa. Jobs despendeu os primeiros meses cortando gastos em produtos e funcionários para tentar ganhar foco novamente. Tudo o que sobrou dessa “guilhotina” foram dois produtos: o PowerPC e a família Mac.




A aposta principal de Jobs, foi na família Mac. O criador adotou um plano de distribuir computadores com uma conexão inédita à época: Universal Serial Bus, ou USB. A visionária iniciativa praticamente eliminaria o uso do drive em disquete, aquele floppy de 3,5 polegadas que hoje já é um artigo jurássico. Outro elemento a favor de Jobs era seu apreço pelo design. O executivo tinha uma visão radicalmente diferente para o visual de seus produtos; Jobs era extramente criativo. Além disso, o aparelho não poderia ser desmontado ou receber muitos upgrades – e por isso a filosofia de lançar iPhone 5, iPhone 5S, iPhone 5C etc. No entendimento de Jobs, um produto é sempre upgrade do anterior.

À época, o fundador da Apple disse o ultimato: “Estamos apostando a companhia nesse computador. Ele precisa de um grande nome”. Com seu eterno espírito criativo, Jobs começou a pensar em nomes que poderiam ser marcantes para seu futuro produto da família Mac. Jobs, então, concordou com todos em estabelecer um nome diferente, sugerido por Ken Segall e uma cúpula de funcionários: iMac




Por quê “i”?

A justificativa pela vogal “i”, é de “internet”. E basicamente assim nasceu o “i” visto nos produtos da marca: “i” de “internet”, também interpretado como “inovação” ou “imaginação”, o recurso mais importante do iMac. O “batismo” acabou sendo destaque nas mídias – era uma denominação simples, óbvia e que se encaixava no conceito de “pense diferente” que Steve Jobs criou para a Apple. Esses são os valores construídos pela Apple para nomear produtos como iPod, iPhone, iPad, iMac, iTunes etc. Fonte: TecMundo.

História da imagem do logo da Apple; por quê uma maçã?

Segundo entrevista de Jobs à CBC, ele estava voltando de uma fazenda onde havia um pomar com macieiras. Na época, Steve Jobs estava em uma dieta de frutas e o nome “Apple” lhe veio à mente como algo “divertido, espirituoso e não intimidante”. Mas claramente a maçã, utilizada hoje remonta à primeira logomarca usada pela empresa. Tratava-se da tradicional imagem de Sir Isaac Newton, sentado à sombra de uma árvore e uma maçã sobre a sua cabeça. Provavelmente aquela que cairia e faria o cientista pensar a respeito da lei da gravidade. Essa primeira identidade foi criada por Ron Wayne. A marca era, no entanto, tão complicada de desenhar, de ver e de reproduzir que durou pouco. Dois anos depois de criada, já se utilizava apenas a maçã. E mordida, pois segundo os fundadores, o desenho da maçã, sem morder, remetia mais a um tomate do que a uma maçã.

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Steve Jobs morreu em 5 de outubro de 2011, em Palo Alto, na Califórnia, EUA
Desde sua morte aos 56 anos de idade, Jobs inspirou vários livros e filmes, e seu famoso discurso aos graduados da Universidade de Stanford, em 2005, com a famosa frase “Stay hungry, stay foolish” (“Continue faminto, continue tolo”, em tradução livre) é repetido como um mantra.