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Proprietária da marca Mercedes decide deixar Fórmula 1

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Proprietária da marca Mercedes decide deixar Fórmula 1A toda poderosa Daimler, proprietária da marca Mercedes, revelou que vai vender sua parte acionária da equipe de Fórmula 1. A decisão interna, coloca em dúvida como será a continuidade da equipe que domina a categoria desde a temporada 2014.

No final de 2020, a Daimler repartiu o controle acionário da equipe, dividindo-o igualitariamente em três partes de 33,3% cada uma. Além da companhia, o chefe Toto Wolff e a patrocinadora Ineos, petroquímica inglesa, participam desta composição.


Não se espera, no entanto, que a Daimler venda toda sua parte acionária, restando à empresa alguma divisão significativa. O mesmo não se pode entender com relação ao nome da equipe, já que a Mercedes em si não será mais a marca dominante. Os acordos para fornecimento de motores a McLaren, Aston Martin e Williams não sofrerão qualquer mudança por conta da decisão da Daimler.

Dias atrás, a Red Bull anunciou a contratação de seis engenheiros para formação da equipe que vai cuidar da Red Bull Powertrains, a parte da equipe que vai cuidar dos motores Honda a partir da próxima temporada.

O futuro da Mercedes na Fórmula 1 é frequentemente alvo de rumores. O mais recente deles veio em 2020, quando Eddie Jordan afirmou que a escuderia seria vendida para a Ineos, uma das patrocinadoras. De acordo com o ex-dirigente, o bilionário Jim Ratcliffe estaria disposto a fazer um investimento para comprar 70% da atual campeã de F1. Jordan não deu prazo para a aquisição acontecer, mas o assunto perdeu força nos meses seguintes.

A Mercedes tem equipe de fábrica na F1 desde 2010, quando assumiu a gestão da Brawn. Antes disso, está desde 1994 ininterruptamente no grid como fornecedora de motores. Essa era ficou marcada pela aliança com a McLaren, que durou entre 1995 e 2014.