20/01 – 20:00
NOVORIZ X PALMEIRAS
O Campeonato Paulista 2026 já nasce com cara de “temporada a mil por hora”. A edição tem início no fim de semana de 11 de janeiro de 2026 e a final está programada para 8 de março de 2026, o que deixa o torneio mais curto e, ao mesmo tempo, mais intenso — especialmente porque a fase inicial foi desenhada para concentrar jogos grandes logo no começo e reduzir a margem de erro. Em números que circularam para o ciclo de 2026, os quatro grandes de São Paulo aparecem com cota fixa na casa de R$ 35 milhões, e clubes como Bragantino e Mirassol na faixa de R$ 11 milhões — valores que ajudam a explicar por que o estadual paulista virou um “case” de produto esportivo no Brasil. Continua após a publicidade
Por que o Paulistão ainda é tão importante? A terceira camada é a mais prática para clube e elenco: o Paulistão é o momento de testar variações, dar minutos a reforços, encaixar ideias e, ao mesmo tempo, buscar resultado — porque o campeonato não perdoa muito. Com um calendário mais compacto e um formato que força confrontos relevantes cedo, cada rodada vira um recado: ou você entra ligado, ou começa a correr atrás do prejuízo. Maiores vencedores do Paulistão Maiores campeões (contagem mais difundida): No fim das contas, o Paulistão 2026 junta tudo o que faz um estadual “valer a pena”: camisa pesada, rivalidade, pressão por performance e uma vitrine que mexe com o humor do torcedor logo no começo do ano. E quando a bola começa a rolar em janeiro, você já sabe como é: em São Paulo, um jogo bom muda o ambiente, e um tropeço vira assunto por dias.
Clubes participantes: número e lista completa
A elite do Paulistão em 2026 conta com 16 clubes confirmados. A lista mistura os gigantes que puxam audiência, forças médias que já viraram “pedra no sapato” e equipes que chegam embaladas por acessos recentes — um pacote que costuma deixar o campeonato bem mais imprevisível do que muita gente imagina.
Valor da premiação: como o dinheiro entra (e onde ele pesa)
Quando se fala em “premiação” no Paulistão, vale separar duas coisas que, na prática, caminham juntas: cotas/receitas fixas (especialmente ligadas a direitos e acordos comerciais) e bônus por desempenho (a grana que aumenta conforme o time avança e, claro, quando conquista o título).
Já na premiação esportiva (o “bônus” por colocação), houve referência recente a algo como R$ 5 milhões para o campeão e R$ 1,65 milhão para o vice — e também aparece, em alguns levantamentos, o número de R$ 5,5 milhões para o campeão. Em resumo: a ordem de grandeza está bem definida (milhões), mas o valor exato pode variar conforme a edição e o modelo fechado para o ano.
Dá para medir a importância do Paulistão em três camadas bem claras. A primeira é a história: é um campeonato que atravessou gerações e segue sendo um dos símbolos do futebol brasileiro, com clássicos que funcionam como “termômetro” de time grande logo no início do ano. A segunda é a exposição: o estadual paulista virou uma vitrine gigantesca, espalhada por TV e plataformas digitais, mantendo o torneio em evidência mesmo para quem não acompanha futebol local diariamente.
Se tem um jeito de entender o tamanho do Paulistão, é olhar para quem mais levantou a taça. E aqui, a história é bem direta: o topo está concentrado nos clubes mais tradicionais do estado.
Corinthians — 31 títulos
Palmeiras — 26 títulos
São Paulo — 22 títulos
Santos — 22 títulos