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Campeonato Carioca 2026 terá uma edição mais curta

Campeonato Carioca 2026 terá uma edição mais curta

O Campeonato Carioca 2026 chega com um roteiro diferente do que o torcedor se acostumou a ver em muitas edições anteriores: menos datas, decisões mais concentradas e um formato pensado para acelerar a disputa desde o começo. A competição acontece entre os dias 11 de janeiro final está prevista para 8 de março. A tendência é de um campeonato mais intenso justamente porque a margem para tropeço diminui.


Taça Guanabara dentro do Carioca

A Taça Guanabara é, na prática, a primeira fase do Campeonato Carioca — e, em 2026, ela ganha ainda mais protagonismo por causa do calendário encurtado. Os 12 clubes são divididos em dois grupos de seis e jogam em turno único contra os times da outra chave, em um recorte curto (seis rodadas) que deixa tudo muito apertado.

Ao final dessa etapa, quem somar mais pontos é declarado campeão da Taça Guanabara, e o desempenho também define o caminho do mata-mata: os quatro melhores de cada grupo avançam às quartas de final (em jogo único), depois vêm semifinais em ida e volta e, por fim, a decisão em partida única. Ou seja: mesmo “dentro” do Carioca, a Taça Guanabara vale como um título da fase classificatória e ainda molda o desenho do mata-mata.


O Carioca 2026 tem 12 clubes na elite — com os quatro grandes puxando a fila de atenção, mas com um bloco de times tradicionais e emergentes.

A divisão em grupos também já dá pista do tipo de tensão que o regulamento gera: qualquer sequência ruim pode empurrar um time para a parte de baixo da tabela deixando muito perto do mata-mata com antecedência.

Valor da premiação  em 2026

Uma das novidades mais comentadas do Carioca 2026 é que a competição passou a trabalhar com premiação mais clara por desempenho, além de cotas fixas. O campeão vai receber R$ 10 milhões, enquanto o vice-campeão leva R$ 5 milhões.

Há também uma estrutura de cotas fixas: o Flamengo aparece com R$ 10 milhões fixos; Fluminense, Vasco e Botafogo, com R$ 6,6 milhões; e os demais clubes, com R$ 2 milhões fixos. Isso muda a conversa do torneio em dois sentidos: dá mais peso para o mérito esportivo e, ao mesmo tempo, ajuda a organizar o planejamento financeiro dos participantes — especialmente daqueles que dependem do estadual para equilibrar o começo de temporada.

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Mesmo com discussões antigas sobre calendário, o Carioca continua relevante por um motivo simples: ele junta rivalidade, identidade e pressão em um curto espaço de tempo. Para os grandes, é a primeira grande vitrine do ano, a chance de ajustar elenco, testar ideias e, principalmente, não deixar a crise nascer cedo. Para os clubes de menor orçamento, o estadual vira um palco de visibilidade, receita e afirmação.

Maiores vencedores do Cariocão

E quando a conversa é tradição, os números explicam por que o Carioca tem tanto peso: Flamengo e Fluminense lideram a galeria, com Vasco e Botafogo logo atrás formando o grupo que domina a história moderna do torneio.

  • Flamengo — 39 títulos
  • Fluminense — 33 títulos
  • Vasco — 24 títulos
  • Botafogo — 21 títulos
  • America — 7 títulos